08 julho 2010

BISPO MANOEL FERREIRA E DILMA ROUSSEFF

 Ninguém estranha que Dilma Rousseff, tenha sido escolhida pelo partido do PT, como candidata à Presidência da República, para substituir Lula e dar continuidade à promoção de políticas e imposições pró-homossexualismo e pró-aborto no país.
 
O que é de se estranhar é a entrevista recente, onde o Bispo Manoel Ferreira, um dos mais importantes líderes da Assembleia de Deus no Brasil, disse que aceitou o convite de Dilma Rousseff, para liderar a coordenação evangélica da campanha dela. 
 
Crivella e Garotinho: nada de novo debaixo do sol
 
O senador Marcelo Crivella (PRB), ex-bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, também é um dos principais apoiadores da campanha de Dilma Rousseff, onde muito querido pelo presidente Lula, Marcelo Crivella, só sabe elogiar Dilma Rousseff.  “Com ela, o presidente Lula, atingiu essa enorme popularidade.  É uma mulher muito competente e vou estar a seu lado”, declarou o senador.
 
O ex-governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho, também já declarou que fará campanha para Dilma Rousseff, levando junto todo o PR, seu partido no Estado do Rio.  Mas, muitos evangélicos estão chocados com tal traição. 
 
  “Como ficamos, se a igreja orienta uma coisa e depois, perto das eleições, nos indica candidatos que não batem com os ensinamentos?  Acho que são coisas que não deveriam se misturar, porque cria essas situações constrangedoras”, desabafou uma evangélica.
 
A queixa dela encontra eco em outras vozes dentro e fora das igrejas evangélicas.  Embora o governo Lula, tenha sido o governo brasileiro mais hostil aos valores da Bíblia e seja amigo de ditadores como Fidel Castro, Hugo Chavez e Mahmoud Ahmadinejad, o presidente do Irã que quer varrer Israel da face da terra, muitos da liderança evangélica dão simplesmente apoio.  A exemplo do que ocorreu nas eleições de 2002, bispos e pastores voltam a andar de mãos dadas e beijinhos com o PT, e candidatos radicalmente marxistas nessas eleições.

Rio de Janeiro: o maior foco de liderança evangélica pró-PT?

Manoel Ferreira, Marcelo Crivella e Antony Garotinho, que estão liderando a traição aos evangélicos, são estado do Rio.  Outro líder evangélico do Rio que está causando grande descontentamento entre os evangélicos é o pastor David Cabral, escolhido para o cargo de vice-governador na chapa do PR, que vai disputar o governo do Rio.  Mas, ele está enfrentando uma pedra no sapato: uma possível resistência de algumas alas da Igreja Assembleia de Deus, seu berço político e religioso.  As restrições à candidatura do Pr. David, se resumem a uma questão: ele está decidido a apoiar Dilma Rousseff.
 
Dentro da Assembleia de Deus, a maior denominação pentecostal do Brasil, existem alas que fazem forte oposição ao governo Lula, por causa do apoio imoral do PT, ao aborto e ao homossexualismo.  Consciente das resistências que irá enfrentar, o Pr. David Cabral, já tem uma justificativa pronta para tirar da manga: ele alega que Dilma Rousseff, fez o compromisso de rever os projetos de aborto e homossexualismo.

Fé de Cabral aposta: Dilma reverá o PLC 122/06

Rever os projetos?  Inclusive abolir o asqueroso PLC 122/06 do PT? 
David Cabral, tenta encenar uma fé que remove montanhas ao pintar uma Dilma Rousseff, que miraculosamente, reverteria políticas pró-aborto e pró-homossexualismo de Lula.  Semelhante milagre era esperado também em 2002, quando Lula, fez o compromisso, diante de 500 pastores, bispos e apóstolos (reunidos sob a “cortesia” e traição do ex-Bispo Carlos Rodrigues ex-Igreja Universal), de não permitir que seu futuro governo promovesse o aborto e o homossexualismo.  E nos dias de hoje, a amnésia voltou a afetar os líderes evangélicos.
 
David Cabral, realmente reconhece que até recentemente fazia oposição ao PT, e a Dilma Rousseff, porém ninguém sabe como ou quanto custou mudar o direcionamento dele.  Ele jura ter boas intenções:  “Sei que há resistências na igreja, e eu mesmo ajudei a construir essa resistência, quando viajei para muitos lugares alertando sobre os riscos de algumas ideias do PT, para a comunidade cristã.  Mas, há a disposição da candidata e existe um compromisso de rever ponto a ponto as propostas para podermos trabalhar juntos”.
 
E quanto ao PLC 122/06, de autoria do PT?  E quanto ao aborto?  E quanto ao vergonhoso amasiamento do governo brasileiro com Fidel Castro, Hugo Chavez e Mahmoud Ahmadinejad? 
 
David Cabral, não se importa se o marxismo é hoje um dos principais cânceres da alma política do Brasil, pois como ele mesmo disse:  Entre o governo Lula e as igrejas evangélicas, “existe grande afinidade na questão social, pois não há governo que trabalhou mais nessa área do que esse”.
 
“Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Marcos 8:36 RA)

Contradições da liderança evangélica provocam choque e descontentamento

Um membro da Igreja Assembleia de Deus, ouvido pelo jornal Diário do Vale, que preferiu não se identificar, não escondeu o descontentamento com a situação:  Antes mesmo das eleições, a igreja já vinha estudando alguns projetos que vão de encontro à filosofia cristã.  Então, há uma certa incoerência em apoiar a candidatura do PT, e vai haver resistência sim”, disse ele, que apontou o Programa Nacional dos Direitos Humanos (PNDH) como o principal ponto de divergência entre cristãos e petistas.
 
Existem algumas questões neste programa que batem totalmente de frente com os valores ligados à Igreja, como o apoio ao homossexualismo, ao aborto e outras questões ligadas à área da família”, enumerou ele.

Os Judas modernos e a carniça eleitoral

Entristece-me muito, ver líderes evangélicos que têm grandes dificuldades de fazer sacrifícios por amor a Jesus, mas têm muita facilidade de sacrificar seus rebanhos por amor a migalhas políticas.
 
Em sua liderança da coordenação evangélica da campanha de Dilma Rousseff, Manoel Ferreira, não é primeira traição aos evangélicos vinda do Estado do Rio de Janeiro.  Antes dele, houve traições do ex-Rev. Caio Fábio e do ex-Bispo Carlos Rodrigues, ambos igualmente do Rio de janeiro.  E nessa ocasião, Caio Fábio, da Igreja Presbiteriana no Brasil, liderou na primeira metade da década de 1990, um esforço nos bastidores para atrair os evangélicos ao curral eleitoral do PT.  Em 1994, seu programa Pare & Pense, foi o primeiro programa evangélico de TV, a apresentar o candidato presidencial Lula, e hoje ele se gaba de que fez tudo propositadamente.  
 
De 2000 a 2002, Carlos Rodrigues, que era o segundo bispo mais importante da Igreja Universal do Reino de Deus, liderou a traição aos evangélicos, ao reunir as mais importantes lideranças evangélicas do Brasil para um apoio em massa a Lula.  Tanto ele quanto Caio Fábio, acabaram caindo em horríveis escândalos.
 
“Traição, adultério e amor aos presentes”, movem muitos líderes evangélicos em épocas de eleição.  Judas vendeu Jesus, por uma ninharia de 30 moedas de prata, não muito diferente do que fazem alguns líderes evangélicos nos dias de hoje, quando vendem Jesus e a igreja, em troca de concessões de rádios e televisões e muitos outros favores.
 
É fato que viver em amor a Jesus, traz sacrifícios.  Mas, é fato que viver amasiado com os governantes políticos corruptos, poupa sacrifícios e rende muitos benefícios.
Enquanto os abutres avaliam quanto vão ganhar com a carniça eleitoral, o povo evangélico fica sem entender seu papel diante das eleições e a conduta de seus pastores oportunistas, que afirmam condenar o aborto e o homossexualismo, mas agora estão (novamente) abraçados com os próprios indivíduos que promovem esses males.
 
Não erreis:  Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará.  Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção. (Gálatas 6: 7-8)
 
Com informações do site do Pr. Manoel Ferreira e do jornal Diário do Vale via Portal GuiaMe.
 
Fonte:  Júlio Severo (Ativista Pró-Vida e Pró-Família)
 
Pr. Benedito Campos

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