29 agosto 2010

Dr. Ruy Vieira. Empunhando a bandeira do Criacionismo.

Ex-professor da USP e do ITA, membro fundador da Academia de Ciências do Estado de São Paulo, consultor do Plano das Nações Unidas para o Desenvolvimento Tecnológico e representante do MEC no Conselho da Agência Espacial Brasileira. 
 
Se depois de ler um currículo como esse você tivesse que descobrir qual a crença do tal cientista, em qual teoria apostaria? O evolucionismo, com todos os bilhões de anos, ou o criacionismo, que acredita num mundo criado em sete dias? Se você respondeu evolucionismo, errou. Isso mesmo. 
 
O dono desse histórico é fundador e presidente da Sociedade Criacionista Brasileira (www.scb.org.br), o engenheiro mecânico-eletricista Ruy Vieira. Agora pode vir um pensamento de ressalva: “Ah, ele devia ser religioso desde criança...” Ao contrário, Ruy Vieira só passou a defender o criacionismo quando estava na faculdade de engenharia, fase na qual a maioria adere à visão evolucionista da origem da vida.

Uma das experiências que fizeram Ruy Vieira consolidar sua crença no modelo cracionista foi a leitura de Observações Sobre as Profecias de Daniel e Apocalipse [clique aqui], escrito por ninguém menos que Isaac Newton. Depois de ler a obra, o engenheiro fortaleceu suas crenças, pois “ele tinha do seu lado um grande cientista”.

O criacionismo moderno nasceu nos Estados Unidos, no começo do século 20. Os americanos conduziram as argumentações sobre a criação bíblica para um viés racional e científico. O primeiro livro criacionista que alcançou o sucesso foi The Genesis Flood (O Dilúvio do Gênesis), datado de 1961. E em 1963, foi criada a primeira associação criacionista do mundo, Creation Research Society. Aqui no Brasil, Ruy Vieira começou a organizar os cientistas criacionistas, idealizando em 1972 a Sociedade Criacionista Brasileira (SCB).

Inicialmente a atividade da sociedade estava limitada à publicação da Folha Criacionista [hoje Revista Criacionista], que era uma tradução de alguns artigos das revistas da Creation Research Society. Vieira traduzia os textos e distribuía entre os universitários e os estudantes do ensino médio. Após 35 anos, a SCB publica cinco periódicos, organiza palestras e seminários em todo o Brasil, além de manter um museu de arqueologia e paleontologia em Brasília, DF.

A SCB foi um marco. A organização mostrou para a comunidade científica do País que há possibilidade de cientistas renomados acreditarem no criacionismo. [...] Vieira foi corajoso ao criar a SCB. Mesmo em um país católico, a educação – seja nas escolas ou nas universidades – segue a corrente evolucionista. Ele não teve medo de apresentar suas ideias e fundamentá-las.

Mas a verdade absoluta, que todos concordam, é que Ruy Vieira foi um agente da democracia. Ele conseguiu introduzir um espaço para os criacionistas. Seu esforço de traduzir textos há 35 anos foi compensado, pois hoje não são traduzidos apenas artigos, mas livros inteiros são colocados à disposição daqueles que têm interesse em aprender e entender a funcionalidade do modelo criacionista.

(Rizza Matos, Canal da Imprensa)

Nota: Posso dizer que foi em grande parte ao trabalho desse gigante da ciência e da fé que, nos idos anos 1990, abandonei o darwinismo e abracei a cosmovisão criacionista. O Dr. Ruy é um dos meus principais modelos de cristão e intelectual. É uma das raras pessoas que conseguem aliar conhecimento à humildade. Tive o privilégio de trabalhar algum tempo como designer voluntário da Revista Criacionista e hoje tenho a honra de ser membro da respeitada Sociedade Criacionista Brasileira. Que o Criador continue abençoado os esforços do Dr. Ruy e da SCB.[MB]


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